26/5/2017

Proteção e cuidado: a importância do uso do jaleco.



O jaleco talvez seja o símbolo que melhor represente a identidade de um profissional da área de saúde. Mas o uso deste equipamento de proteção é tão importante para os pacientes em tratamento quanto para os profissionais.

Ao longo do tempo, o uso indevido do jaleco e de outros equipamentos como estetoscópios fora do ambiente ambulatorial tem contribuído para aumentar os riscos de contaminação e a incidência de infecção hospitalar.

A OMS - Organização Mundial de Saúde, recomenda que o uso do jaleco deve se restringir aos ambientes clínicos, laboratoriais e hospitalares. Além disso, muitos protocolos de atendimento preconizam que os profissionais mantenham o uso de no mínimo 2 jalecos e que as peças sejam higienizadas uma vez por semana, com o uso de água sanitária para eliminar todos os possíveis agentes infecciosos.

Um pouco de história - você sabe onde e quando surgiu o jaleco?

A peste bubônica está diretamente ligada ao surgimento do jaleco.

No final da Idade Média, a chamada Peste Negra matou milhões de pessoas na Europa e os médicos, que precisavam se proteger, passaram a trabalhar com uma espécie de bata acompanhada de luvas, chapéu, máscara e até uma espécie de bico que protegia o nariz.

Detalhe: naquela época, os jalecos eram feitos com tecidos escuros e os médicos e enfermeiros de melhor reputação eram os que vestiam os jalecos mais manchados, pois isso indicava que eles haviam tratado muitos pacientes.

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